
Muitas são as pessoas que dizem ter interesse em desenvolver algum tipo de trabalho voluntário.Porém, assim como acontece em muitas entidades e ONGs, nem todos os voluntários assumem realmente um compromisso e assim, com o passar dos tempos, acabam desistindo e abandonando algo que poderia ajudar e muito a quem precisa. Coordenadora do Instituto Ingo Hoffmann, em Barão Geraldo, Regina Barsotti defende um trabalho voluntário comprometido e regular. Segundo ela, várias pessoas aparecem no instituto a fim de desenvolver alguma ação voluntária, mas depois de algumas vezes, elas simplesmente “somem”.”Falta senso de responsabilidade para os voluntários.Falta compromisso”.
O problema deste tipo de atitude é que, principalmente as crianças, se apegam demais e acabam por sentir falta e saudade destas pessoas. Como nos diz Regina, “as crianças ficam questionando, perguntando quando é que os voluntários vêm”.Os pais também acabam prejudicados, pois eles também querem um “ombro” para chorar e desabafar suas dores e angustias.”O segredo do voluntário é não esperar reconhecimento; é se doar sem esperar nada em troca”,completa ela.
Ainda assim, há exemplos de voluntários que assumem um compromisso sério com o instituto e, motivados pela satisfação em estar com aquelas crianças, não deixam de cumprir com seus “deveres”. É o caso do jovem Glauber Augusto Rodrigues,de 21 anos, profissional de T.I. Ele é um dos cinco voluntários que se revezam para fazer o plantão da noite,ou seja, passam uma noite por semana no instituto, para, no caso de alguma emergência, levar as crianças às pressas para o Centro Boldrini. Segundo Roberta Aparecida Carneiro, assistente administrativa do instituto, “estes voluntários são super comprometidos e nunca faltam nas noites de plantão.Quando isto é necessário, sempre avisam com antecedência para fazerem troca e o plantão não ficar descoberto”,completa ela.
Por Ana Paula Fontana
Imagem: retirada do site http://www.ingohoffmann.org.br
Prezada Ana Paula Fontana,
ResponderExcluirSei que o paciente do Centro Boldrini, Glauber Augusto Rodrigues, da cidade de Socorro-SP é voluntário no Centro Boldrini e foi também no Instituto Ingo Hoffmann, e meu intuito é apenas o de alertá-la de que esse indivíduo é uma péssima pessoa, dissimulada e mentirosa. Quase nada do que diz é verdade e acaba envolvendo pessoas e instituições em suas falcatruas e mentiras, como aconteceu comigo pessoalmente e com a empresa que lhe deu oportunidade de estudo e trabalho e ser esse Profissional de TI que diz ser.
Coloco-me inteiramente a disposição para todo e qualquer esclaqrecimento que julgue necessário ou conveniente.
Sydnei Lucchesi Le Petit
Essa pessoa que aparece falando esses absurdos, não conhece o trabalho que é feito no Instituto Ingo Hoffman, ele sendo um Masson, não acredita nas coisas boas que DEUS pode fazer as pessoas e a essas crianças que estão em tratamento. Colocar coisas pessoais em questão, não coloca em palta o que esta sendo falado sobre o trabalho volutario. Infezlimente essa pessoa Sydnei Lucchesi Le Petit, sofre de constorno, é bipolar. Não ama nem a ele, e vem aqui falar um assunto que tão pouco importa. Sendo que a questão é ajudar as pessoas que precisam. Que pena que existam pessoas com pessamentos tão pequenos. Espero que esse infeliz possa se regenerar e conhecer o verdadeiro caminho do bem.
ResponderExcluirMeu nome é Glauber Augusto Rodrigues.